sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Famiglia Mussolini...

Sto facendo un lavoro sul profilo psicologico di Mussolini. Molto interessante. Carina è pure un episódio di suo figlio Bruno. Lo potete trovare sul libro: A tavola co il Duce. Vi metto qualquer frase:
«Singolare anche il caso di Bruno. Fin da piccolo aveva manifestato un'autentica ripulsa per la fonduta, che faceva la sua comparsa a tavola di tanto in tanto. Bene, doppo il suo matrimonio, ogni qualvolta andava dai suoi genitori con la moglie e la figlia trovava a tavola l'odiata fonduta, lamentandosene vivamente e causando la solita inchiesta interna: "Sapevate che venina Bruno...". Oppure, "Finirà che mi porterò il mangiare da casa". Il tutto terminava con: "Bruno, sta' pur sicuro che non accadrà più"....E acadeva di nuovo»
e junto a este retrato familiar fica a famosa frase do Dr. Eduardo Sá: amar o outro, é conhece-lo melhor que ele se conhece a si mesmo...
domingo, 21 de dezembro de 2008
É Natal...
Finalmente umas férias para decorar a casa :)
Finalmente di ferie...posso decorare un pó la casa!!! :) Quest'anno l'albero è molto più semplice, però ogni tanto si deve cambiare un pò non credete? A me mi sembra di sì. Buon Natale a tutti voi!!!
Este ano a árvore ficou mesmo muito mais simples....optámos por diversificar! Parece-me bem...
FELIZ NATAL PARA TODOS...BEIJINHOS
domingo, 14 de dezembro de 2008
Concorso

Un'idea bellissima...ora lo faccio anch'io(devo solo pensare cosa ofrire) :)
Partecipate!!! Io l'ho già fatto...speriamo bene :)
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Confusões...
Isto é uma coisa que já me passou muitas vezes pela mente..mas como sempre (lol) há alguém que a escreve por mim :) Neste caso é o GRANDE Paul WATZLAWICK (pela qual eu nutro uma forte admiração - autor do livro A Realidade é Real?).
WATZLAWICK conta então uma história passada numa pequena cidade toscana, Grosseto, a 26 de Abril de 1988 (eu estava quase quase a vir ao mundo =D):
"Uma mulher, vinda de Nápoles em visita, foi admintida no hospital local num estado de esquizofrenia aguda. Como não havia vaga na secção de psiquiatria, decidiu-se reenviá-la para Nápoles para que aí recebesse os cuidados apropriados. À chegada ao hospital, o pessoal da ambulância perguntou onde estava a paciente. Foi-lhes respondido "naquele quarto lá em baixo". Ao entrarem encontraram a paciente sentada na cama, completamente vestida e de saco na mão. Mas, mal a convidaram a descer com eles, a mulher descompensou de novo, apresentando um comportamento irracional, belicoso e sinais de despersonalização. Foi pois necessário administrar-lhe tranquilizantes à força a fim de ser transportada, depois, para a ambulância. Na auto-estrada, já depois de Roma, uma viatura da polícia fez parar a ambulância para que retornasse a Grosseto: tinha havido um erro - a mulher não era a paciente, mas uma habitante local que tinha ido ao hospital visitar um parente que nessa manhã havia sido sujeito a uma pequena intervenção cirúrgica.
IMAGINA-SE FACILMENTE QUE, no quadro da "realidade" criado por este erro, QUALQUER COMPORTAMENTO da mulher, por mais adequado que fosse, tornava-se automaticamente mais uma "prova" da sua "psicose" - particularmente o facto de sustentar que era OUTRA PESSOA..." (WATZLAWICK in Rey e Prieur, 1991:33)
WATZLAWICK conta então uma história passada numa pequena cidade toscana, Grosseto, a 26 de Abril de 1988 (eu estava quase quase a vir ao mundo =D):
"Uma mulher, vinda de Nápoles em visita, foi admintida no hospital local num estado de esquizofrenia aguda. Como não havia vaga na secção de psiquiatria, decidiu-se reenviá-la para Nápoles para que aí recebesse os cuidados apropriados. À chegada ao hospital, o pessoal da ambulância perguntou onde estava a paciente. Foi-lhes respondido "naquele quarto lá em baixo". Ao entrarem encontraram a paciente sentada na cama, completamente vestida e de saco na mão. Mas, mal a convidaram a descer com eles, a mulher descompensou de novo, apresentando um comportamento irracional, belicoso e sinais de despersonalização. Foi pois necessário administrar-lhe tranquilizantes à força a fim de ser transportada, depois, para a ambulância. Na auto-estrada, já depois de Roma, uma viatura da polícia fez parar a ambulância para que retornasse a Grosseto: tinha havido um erro - a mulher não era a paciente, mas uma habitante local que tinha ido ao hospital visitar um parente que nessa manhã havia sido sujeito a uma pequena intervenção cirúrgica.
IMAGINA-SE FACILMENTE QUE, no quadro da "realidade" criado por este erro, QUALQUER COMPORTAMENTO da mulher, por mais adequado que fosse, tornava-se automaticamente mais uma "prova" da sua "psicose" - particularmente o facto de sustentar que era OUTRA PESSOA..." (WATZLAWICK in Rey e Prieur, 1991:33)
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