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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Época de Exames....NÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOO
Chegou a pior época para mim...a dos exames!!
Eu adoro ir às aulas, passar apontamentos e organizar os dossiers...mas ser avaliada é que NÃO!!
E ainda por cima aqui a tola (que sou eu) foi a um exame sem estudar UMA PÁGINA que fosse, e em vez de desistir entregou o exame!!! (acho que me vou enfiar num buraco quando aparecer o R na pauta!!!!) enfim...
Seja como for, muita gente entende o meu estado de espírito!! talvez a que melhor me entenda é o meu querido amigo Leonardo Da Vinci!!! Se não vejam o que ele escreveu e digam lá se não era um génio!!
"Da mesma maneira que comer contrariamente às inclinações naturais faz mal ao estômago;
estudar sem vontade corrompe a memória, que nada retém daquilo que recebe"
.....
Podes crer Leonardo!!!!
Eu adoro ir às aulas, passar apontamentos e organizar os dossiers...mas ser avaliada é que NÃO!!
E ainda por cima aqui a tola (que sou eu) foi a um exame sem estudar UMA PÁGINA que fosse, e em vez de desistir entregou o exame!!! (acho que me vou enfiar num buraco quando aparecer o R na pauta!!!!) enfim...
Seja como for, muita gente entende o meu estado de espírito!! talvez a que melhor me entenda é o meu querido amigo Leonardo Da Vinci!!! Se não vejam o que ele escreveu e digam lá se não era um génio!!
"Da mesma maneira que comer contrariamente às inclinações naturais faz mal ao estômago;
estudar sem vontade corrompe a memória, que nada retém daquilo que recebe"
.....
Podes crer Leonardo!!!!
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Famiglia Mussolini...

Sto facendo un lavoro sul profilo psicologico di Mussolini. Molto interessante. Carina è pure un episódio di suo figlio Bruno. Lo potete trovare sul libro: A tavola co il Duce. Vi metto qualquer frase:
«Singolare anche il caso di Bruno. Fin da piccolo aveva manifestato un'autentica ripulsa per la fonduta, che faceva la sua comparsa a tavola di tanto in tanto. Bene, doppo il suo matrimonio, ogni qualvolta andava dai suoi genitori con la moglie e la figlia trovava a tavola l'odiata fonduta, lamentandosene vivamente e causando la solita inchiesta interna: "Sapevate che venina Bruno...". Oppure, "Finirà che mi porterò il mangiare da casa". Il tutto terminava con: "Bruno, sta' pur sicuro che non accadrà più"....E acadeva di nuovo»
e junto a este retrato familiar fica a famosa frase do Dr. Eduardo Sá: amar o outro, é conhece-lo melhor que ele se conhece a si mesmo...
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Confusões...
Isto é uma coisa que já me passou muitas vezes pela mente..mas como sempre (lol) há alguém que a escreve por mim :) Neste caso é o GRANDE Paul WATZLAWICK (pela qual eu nutro uma forte admiração - autor do livro A Realidade é Real?).
WATZLAWICK conta então uma história passada numa pequena cidade toscana, Grosseto, a 26 de Abril de 1988 (eu estava quase quase a vir ao mundo =D):
"Uma mulher, vinda de Nápoles em visita, foi admintida no hospital local num estado de esquizofrenia aguda. Como não havia vaga na secção de psiquiatria, decidiu-se reenviá-la para Nápoles para que aí recebesse os cuidados apropriados. À chegada ao hospital, o pessoal da ambulância perguntou onde estava a paciente. Foi-lhes respondido "naquele quarto lá em baixo". Ao entrarem encontraram a paciente sentada na cama, completamente vestida e de saco na mão. Mas, mal a convidaram a descer com eles, a mulher descompensou de novo, apresentando um comportamento irracional, belicoso e sinais de despersonalização. Foi pois necessário administrar-lhe tranquilizantes à força a fim de ser transportada, depois, para a ambulância. Na auto-estrada, já depois de Roma, uma viatura da polícia fez parar a ambulância para que retornasse a Grosseto: tinha havido um erro - a mulher não era a paciente, mas uma habitante local que tinha ido ao hospital visitar um parente que nessa manhã havia sido sujeito a uma pequena intervenção cirúrgica.
IMAGINA-SE FACILMENTE QUE, no quadro da "realidade" criado por este erro, QUALQUER COMPORTAMENTO da mulher, por mais adequado que fosse, tornava-se automaticamente mais uma "prova" da sua "psicose" - particularmente o facto de sustentar que era OUTRA PESSOA..." (WATZLAWICK in Rey e Prieur, 1991:33)
WATZLAWICK conta então uma história passada numa pequena cidade toscana, Grosseto, a 26 de Abril de 1988 (eu estava quase quase a vir ao mundo =D):
"Uma mulher, vinda de Nápoles em visita, foi admintida no hospital local num estado de esquizofrenia aguda. Como não havia vaga na secção de psiquiatria, decidiu-se reenviá-la para Nápoles para que aí recebesse os cuidados apropriados. À chegada ao hospital, o pessoal da ambulância perguntou onde estava a paciente. Foi-lhes respondido "naquele quarto lá em baixo". Ao entrarem encontraram a paciente sentada na cama, completamente vestida e de saco na mão. Mas, mal a convidaram a descer com eles, a mulher descompensou de novo, apresentando um comportamento irracional, belicoso e sinais de despersonalização. Foi pois necessário administrar-lhe tranquilizantes à força a fim de ser transportada, depois, para a ambulância. Na auto-estrada, já depois de Roma, uma viatura da polícia fez parar a ambulância para que retornasse a Grosseto: tinha havido um erro - a mulher não era a paciente, mas uma habitante local que tinha ido ao hospital visitar um parente que nessa manhã havia sido sujeito a uma pequena intervenção cirúrgica.
IMAGINA-SE FACILMENTE QUE, no quadro da "realidade" criado por este erro, QUALQUER COMPORTAMENTO da mulher, por mais adequado que fosse, tornava-se automaticamente mais uma "prova" da sua "psicose" - particularmente o facto de sustentar que era OUTRA PESSOA..." (WATZLAWICK in Rey e Prieur, 1991:33)
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Prendas de Natal!!
Entretanto chega o Natal. Gostava então de deixar aqui umas mensagens para vos ajudar a escolher uma prenda para as pessoas de quem gosta. (mensagem EXTREMAMENTE influenciada pela minha última aula do Dr. Eduardo Sá).
O que importa na realidade não é a prenda em si, mas é aquilo que a pessoa vai sentir quando a recebe…
Uma prenda é uma maneira de a pessoa pensar que alguém se lembrou dela. Portanto, este Natal, lembre-se dos seus amigos e das pessoas de quem goste oferecendo-lhe, nem que seja um miminho, uma sms, ou simplesmente um abraço ou beijinho.
Para as pessoas que têm filhos pequenos um conselho: NÃO LHE OFEREÇA OS BRINQUEDOS QUE GOSTAVA DE TER RECEBIDO QUANDO ERA CRIANÇA. Os tempos mudam. O "último grito" de hoje não será o de amanhã. Se não teve determinadas coisas quando era criança não as impinja aos seus filhos, porque depois podem acontecer duas coisas:
- a criança fica desiludida porque não recebeu o que estava à espera;
- e você fica triste porque o seu filho não dá o devido valor aquilo que você tanto gosta.
Jogue pelo seguro, esteja atento ao que ele quer e ao que ele gosta.
Alguém hoje me disse: AMAR ALGUÉM É CONHECER ESSA PESSOAS MELHOR DO QUE ELA SE CONHECE A SI PRÓPRIA.
Eu não concordo muito com essa frase, mas faz sentido se pensarmos numa coisa:
Imaginemos que temos alguém de quem gostamos muito. É Natal e nós passamos dias e dias à procura da prenda perfeita para ela. Às vezes até a compramos com meses de antecedência. Finalmente chega o dia em que a recebemos. Está lindamente embrulhada, é um embrulho lindo e grande. A pessoa fica contente e pensa "ele(a) lembrou-se de mim". Mas assim que abre a prenda apercebe-se que, não era bem aquilo que queria, ou que foi mesmo ao lado.
Mas não é pela prenda que está triste.
A prenda foi apenas uma espécie de "confirmação" de que a pessoa que ofereceu a prenda não a conhecia assim tão bem como ela pensava.
Uma outra questão (que não pode ser generalizada): Tente não oferecer dinheiro à pessoa (a não ser que saiba que ela goste). Oferecer assim dinheiro pode ser uma demonstração de que não a conhece e, como tal, mais vale que ela compre o que lhe apetece assim não tem de pensar muito. Eu pessoalmente não gosto de receber dinheiro, mas acredito que haja muita gente que goste.
O importante é mesmo conhecermos bem a pessoa. Não é fácil porque há muito de nós que não revelamos, mas um esforçozinho não fará mal nenhum, o que dizem?
Tenham um FELIZ NATAL!
O que importa na realidade não é a prenda em si, mas é aquilo que a pessoa vai sentir quando a recebe…
Uma prenda é uma maneira de a pessoa pensar que alguém se lembrou dela. Portanto, este Natal, lembre-se dos seus amigos e das pessoas de quem goste oferecendo-lhe, nem que seja um miminho, uma sms, ou simplesmente um abraço ou beijinho.
Para as pessoas que têm filhos pequenos um conselho: NÃO LHE OFEREÇA OS BRINQUEDOS QUE GOSTAVA DE TER RECEBIDO QUANDO ERA CRIANÇA. Os tempos mudam. O "último grito" de hoje não será o de amanhã. Se não teve determinadas coisas quando era criança não as impinja aos seus filhos, porque depois podem acontecer duas coisas:
- a criança fica desiludida porque não recebeu o que estava à espera;
- e você fica triste porque o seu filho não dá o devido valor aquilo que você tanto gosta.
Jogue pelo seguro, esteja atento ao que ele quer e ao que ele gosta.
Alguém hoje me disse: AMAR ALGUÉM É CONHECER ESSA PESSOAS MELHOR DO QUE ELA SE CONHECE A SI PRÓPRIA.
Eu não concordo muito com essa frase, mas faz sentido se pensarmos numa coisa:
Imaginemos que temos alguém de quem gostamos muito. É Natal e nós passamos dias e dias à procura da prenda perfeita para ela. Às vezes até a compramos com meses de antecedência. Finalmente chega o dia em que a recebemos. Está lindamente embrulhada, é um embrulho lindo e grande. A pessoa fica contente e pensa "ele(a) lembrou-se de mim". Mas assim que abre a prenda apercebe-se que, não era bem aquilo que queria, ou que foi mesmo ao lado.
Mas não é pela prenda que está triste.
A prenda foi apenas uma espécie de "confirmação" de que a pessoa que ofereceu a prenda não a conhecia assim tão bem como ela pensava.
Uma outra questão (que não pode ser generalizada): Tente não oferecer dinheiro à pessoa (a não ser que saiba que ela goste). Oferecer assim dinheiro pode ser uma demonstração de que não a conhece e, como tal, mais vale que ela compre o que lhe apetece assim não tem de pensar muito. Eu pessoalmente não gosto de receber dinheiro, mas acredito que haja muita gente que goste.
O importante é mesmo conhecermos bem a pessoa. Não é fácil porque há muito de nós que não revelamos, mas um esforçozinho não fará mal nenhum, o que dizem?
Tenham um FELIZ NATAL!
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
...mais um pouco de feminismo
Retirado do meu livro favorito: A PAPISA JOANA
- Algumas mulheres têm uma capacidade imitativa altamente desenvolvida, que lhes permite decorar e repetir as palavras dos homens e dar-lhe a aparência de um raciocínio. Mas esta capacidade imitativa não deve ser confundida com o verdadeiro raciocínio, essencialmente masculino. Porque como é bem sabido - a voz de Odo assumiu um tom autoritário porque, agora, estava em terreno que lhe era familiar -, as mulheres são por natureza inferiores aos homens.
- Porquê? - A palavra saiu da boca de Joana antes que ela se tivesse, sequer, dado conta de que tinha falado.(...)
- A tua ignorância, criança, revela-se nessa pergunta. De facto o próprio S. Paulo afirmou esta verdade, que as mulheres são inferiores aos homens na concepção, na posição e na vontade.
- Na concepção, na posição e na verdade? - repetiu Joana
- Sim - Odo falou lenta e distintivamente, como se se estivesse a dirigir a um idiota. - Na concepção porque Adão foi criado primeiro e Eva, depois; na posição porque Eva foi criada para servir Adão como companheira e auxiliar; na vontade porque Eva não foi capaz de resistir à tentação do Demónio e comeu da maçã.
Pelas mesas, cabeças acenavam em assentimento. (...) Ao seu lado, um cavaleiro ruivo não deu qualquer indício daquilo em que estava a pensar. Odo sorriu afectadamente. Joana sentiu uma repulsa intensa por aquele homem. Ficou calada por momentos, coçando o nariz.
- Porque é a mulher inferior ao homen na concepção? (...) Pois apesar de ter sido criada depois, foi feita do lado de Adão, enquanto Adão foi feito do pó.(...) - Em posição (...) a mulher deve ser preferida ao homens porque Eva foi criada dentro do Paraíso, mas Adão foi criado fora dele.(...)- Quanto à vontade, a mulher deve ser considerada superior ao homem - esta era forte, mas, agora, já não havia retorno - porque Eva comeu a maçã por amor ao conhecimento e ao estudo, enquanto Adão a comeu apenas porque ela lho pediu.
- Algumas mulheres têm uma capacidade imitativa altamente desenvolvida, que lhes permite decorar e repetir as palavras dos homens e dar-lhe a aparência de um raciocínio. Mas esta capacidade imitativa não deve ser confundida com o verdadeiro raciocínio, essencialmente masculino. Porque como é bem sabido - a voz de Odo assumiu um tom autoritário porque, agora, estava em terreno que lhe era familiar -, as mulheres são por natureza inferiores aos homens.
- Porquê? - A palavra saiu da boca de Joana antes que ela se tivesse, sequer, dado conta de que tinha falado.(...)
- A tua ignorância, criança, revela-se nessa pergunta. De facto o próprio S. Paulo afirmou esta verdade, que as mulheres são inferiores aos homens na concepção, na posição e na vontade.
- Na concepção, na posição e na verdade? - repetiu Joana
- Sim - Odo falou lenta e distintivamente, como se se estivesse a dirigir a um idiota. - Na concepção porque Adão foi criado primeiro e Eva, depois; na posição porque Eva foi criada para servir Adão como companheira e auxiliar; na vontade porque Eva não foi capaz de resistir à tentação do Demónio e comeu da maçã.
Pelas mesas, cabeças acenavam em assentimento. (...) Ao seu lado, um cavaleiro ruivo não deu qualquer indício daquilo em que estava a pensar. Odo sorriu afectadamente. Joana sentiu uma repulsa intensa por aquele homem. Ficou calada por momentos, coçando o nariz.
- Porque é a mulher inferior ao homen na concepção? (...) Pois apesar de ter sido criada depois, foi feita do lado de Adão, enquanto Adão foi feito do pó.(...) - Em posição (...) a mulher deve ser preferida ao homens porque Eva foi criada dentro do Paraíso, mas Adão foi criado fora dele.(...)- Quanto à vontade, a mulher deve ser considerada superior ao homem - esta era forte, mas, agora, já não havia retorno - porque Eva comeu a maçã por amor ao conhecimento e ao estudo, enquanto Adão a comeu apenas porque ela lho pediu.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Homens....
Pois é...o Universo Masculino é algo de estranho, cotraditório...sei lá...quanto mais os tentamos entender, pior é... :D
E não sei porque insistem em dizerem que NÓS MULHERES é que somos complicadas...
Bom, faço esta pequena introdução para falar do que realmente interessa...aquilo à qual alguns homens chamam de PARADOXO e à qual eu chamo FRANCA HONESTIDADE.
Muitas vezes ocorre que nós (seres humanos e não apenas mulheres) exigimos a uma outra pessoa um comportamento que, pela sua própria natureza, DEVERIA ser já espontâneo, e que agora já não pode ser porque foi exigido. Sublinhemos bem a palavra DEVERIA porque isto é o que acontece com os homens que DEVERIAM por si só pensar em alguma coisas mas não o fazem (não sei porquê!)
Ora, aqui entra em jogo a mulher que, com a mais leve discrição, lhe faz notar que estáem falta. Poderemos chamar isto de Paradoxo? Na minha clara, não sexista (!?!??) e modesta opinião NÃO. Estamos só a ser simpáticas, condescendentes e benevolentes. Estamos só a dar o chamado "empurrãozinho" talvez, quem sabe, para que num futuro os homens não cometam os mesmos erros..
Como se vê, então, não fazemos isto por mal, mas pensamos no bem do homem que, um dia, poderá ser mais feliz graças ao nosso conselho.
Um pouco confuso? Vejamos então um exemplo claro e demonstrativo do que acabei de dizer. Este será um possível diálogo :
Casal 1
Ela: Tu às vezes és tão pouco romântico!!
Ele: Eu porquê? Eu faço tudo por ti... Eu compro-te jóias, levo-te ao cinema, ajudo em casa, dou de comida ao teu cão (cão esse que ele comprou para si e que depois acusa a mulher de não o ajudar a tomar conta), ofereço-te flores, dou-te beijinhos, miminhos, o que queres mais?
Ela: Oh...mas às vezes apetecia-me que me fizesses uma surpresa...sei lá...algo que eu não estivesse à espera...
Aqui aparece primeiro problema. É que da próxima vez ele vai-lhe fazer uma surpresa...alguém adivinha qual será a resposta dela?
Ela (depois da dita surpresa): hum...
Ele: O que foi? Não gostaste?
Ela: Sim, gostei...mas agora já não era surpresa...eu já estava à espera. Para além do mais tu não pensaste nisto por ti...só o fizeste pk eu to pedi
Para os homens que possam ler isto vão já pensar: Então mas do que é que ela estava à espera? Era óbvio!!!! Pois bem...não apanharam a essência da conversa...é que um dia quando eles acabarem ele já poderá fazer isto à futura companheira. Isto foi puro altruismo feminino.
Casal 2
Ela: Ai, ontem o filme que vimos...era tão lindo, não era?
Ele: Hum...sim
Ela: Estava aqui a pensar...tu nunca me ofereceste flores (como o protagonista do filme)...Gostava que às vezes me trouxesses flores.
Mais uma vez, isto foi puro altruismo feminino. E não, não pensem nas duas hipóteses que possam advir desta conversa...
H0: Não há diferença entre as médias
H1: Se o marido ignorar o pedido ela sentir-se-á insatisfeita
H2: Se ele lhe troxer as flores ela também se sentirá insatisfeita porque ele não pensou nisso antes (e por si só).
Por isso homens... seres humanos com a qual NÓS mulheres não conseguimos viver..um conselho:
SEJAM MAIS ESPONTÂNEOS BOLAS!!!!
:D
PS: Qualquer parecença dos casos acima descritos com a vida real será PURA COINCIDÊNCIA dado que a autora do post não se baseou em nenhum caso concreto da vida real para o redigir.
E não sei porque insistem em dizerem que NÓS MULHERES é que somos complicadas...
Bom, faço esta pequena introdução para falar do que realmente interessa...aquilo à qual alguns homens chamam de PARADOXO e à qual eu chamo FRANCA HONESTIDADE.
Muitas vezes ocorre que nós (seres humanos e não apenas mulheres) exigimos a uma outra pessoa um comportamento que, pela sua própria natureza, DEVERIA ser já espontâneo, e que agora já não pode ser porque foi exigido. Sublinhemos bem a palavra DEVERIA porque isto é o que acontece com os homens que DEVERIAM por si só pensar em alguma coisas mas não o fazem (não sei porquê!)
Ora, aqui entra em jogo a mulher que, com a mais leve discrição, lhe faz notar que está
Como se vê, então, não fazemos isto por mal, mas pensamos no bem do homem que, um dia, poderá ser mais feliz graças ao nosso conselho.
Um pouco confuso? Vejamos então um exemplo claro e demonstrativo do que acabei de dizer. Este será um possível diálogo :
Casal 1
Ela: Tu às vezes és tão pouco romântico!!
Ele: Eu porquê? Eu faço tudo por ti... Eu compro-te jóias, levo-te ao cinema, ajudo em casa, dou de comida ao teu cão (cão esse que ele comprou para si e que depois acusa a mulher de não o ajudar a tomar conta), ofereço-te flores, dou-te beijinhos, miminhos, o que queres mais?
Ela: Oh...mas às vezes apetecia-me que me fizesses uma surpresa...sei lá...algo que eu não estivesse à espera...
Aqui aparece primeiro problema. É que da próxima vez ele vai-lhe fazer uma surpresa...alguém adivinha qual será a resposta dela?
Ela (depois da dita surpresa): hum...
Ele: O que foi? Não gostaste?
Ela: Sim, gostei...mas agora já não era surpresa...eu já estava à espera. Para além do mais tu não pensaste nisto por ti...só o fizeste pk eu to pedi
Para os homens que possam ler isto vão já pensar: Então mas do que é que ela estava à espera? Era óbvio!!!! Pois bem...não apanharam a essência da conversa...é que um dia quando eles acabarem ele já poderá fazer isto à futura companheira. Isto foi puro altruismo feminino.
Casal 2
Ela: Ai, ontem o filme que vimos...era tão lindo, não era?
Ele: Hum...sim
Ela: Estava aqui a pensar...tu nunca me ofereceste flores (como o protagonista do filme)...Gostava que às vezes me trouxesses flores.
Mais uma vez, isto foi puro altruismo feminino. E não, não pensem nas duas hipóteses que possam advir desta conversa...
H0: Não há diferença entre as médias
H1: Se o marido ignorar o pedido ela sentir-se-á insatisfeita
H2: Se ele lhe troxer as flores ela também se sentirá insatisfeita porque ele não pensou nisso antes (e por si só).
Por isso homens... seres humanos com a qual NÓS mulheres não conseguimos viver..um conselho:
SEJAM MAIS ESPONTÂNEOS BOLAS!!!!
:D
PS: Qualquer parecença dos casos acima descritos com a vida real será PURA COINCIDÊNCIA dado que a autora do post não se baseou em nenhum caso concreto da vida real para o redigir.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Este post é demasiado grande!!
Gosto de vir aqui escrever por dois motivos:
1º - Eu adoro escrever, mas a verdade é que antes escrevia (e até acahava piada ao que saia) agora não me sai nada de jeito =(
2º - Porque ninguém cá vem ler..é simples, basta fazer um post grande e depois as pessoas passam por cá, olham para o tamanho disto e dizem "Poça, tanta coisa..não me vou dar ao trabalho de ler esta treta" (eu sei porque faço o mesmo no blog nos outros) ;)
e assim é bom, porque no final tenho a sensação de ter escrito alguma coisa de jeito, quando na verdade não o fiz, e para mais, o que escrevi ninguém o leu :D
Já agora aproveito, para avisar que no domingo tive uma agradável surpresa (não, não foi uma surpresa...eu já sabia)..O Inter foi CAMPEÃO PELA 16ª VEZ (ponho aqui o 16 com o ª porque não sei como se escreve em português...no gozo)...
Bom todo este a parte do Inter foi apenas uma estratégia para tornar este post maior, para fazer com que TU que estás a ler NÃO TENHAS MAIS PACIÊNCIA PARA LER O MEU POST...understand? (dito com sotaque italiano para parecer mais foleiro) --> lá está, mais uma estratégia para que este post tenha mais linhas =)
Já agora, e visto que hoje tenho de postar algo em GRANDE... aprendi uma coisa triste nas Jornadas (Graças ao Grande Paul Gillbert)..é verdade...parece que eu, na minha vida, não escolhi nada...ou seja, o facto de estar agora a estudar Psicologia não foi algo que eu escolhi (ai mais um tópico para o post sobre o destino)...é verdade, se não vejamos...
1- Não escolhi nascer
2- Não escolhi quem foram os meus pais
3- Não escolhi o que a minha mãe comia, bebia, cheirava, tocava enquanto eu estava na barriga dela
4- Não escolhi o meu código genético (infelizmente)
5- Não escolhi em que dia nascer
6- Não escolhi o que comer durante anos (não só enquanto criança, mas também depois, até porque era a minha mãe a fazer o comer)
7- Não escolhi os locais onde vivi
8- Não escolhi a minha família (mas também não me queixo) =)
9- Não escolhi as escolas que frequentei
e não escolhi tantas mas tantas outras coisas...e quando finalmente pensei: Boa Roberta, agora escolhe, que agrupamento? Que curso? Que Universidade? Eu escolhi... não... não escolhi... Tudo tinha sido já formatado... tudo era fruto de coisas que não escolhera...
1º - Eu adoro escrever, mas a verdade é que antes escrevia (e até acahava piada ao que saia) agora não me sai nada de jeito =(
2º - Porque ninguém cá vem ler..é simples, basta fazer um post grande e depois as pessoas passam por cá, olham para o tamanho disto e dizem "Poça, tanta coisa..não me vou dar ao trabalho de ler esta treta" (eu sei porque faço o mesmo no blog nos outros) ;)
e assim é bom, porque no final tenho a sensação de ter escrito alguma coisa de jeito, quando na verdade não o fiz, e para mais, o que escrevi ninguém o leu :D
Já agora aproveito, para avisar que no domingo tive uma agradável surpresa (não, não foi uma surpresa...eu já sabia)..O Inter foi CAMPEÃO PELA 16ª VEZ (ponho aqui o 16 com o ª porque não sei como se escreve em português...no gozo)...
Bom todo este a parte do Inter foi apenas uma estratégia para tornar este post maior, para fazer com que TU que estás a ler NÃO TENHAS MAIS PACIÊNCIA PARA LER O MEU POST...understand? (dito com sotaque italiano para parecer mais foleiro) --> lá está, mais uma estratégia para que este post tenha mais linhas =)
Já agora, e visto que hoje tenho de postar algo em GRANDE... aprendi uma coisa triste nas Jornadas (Graças ao Grande Paul Gillbert)..é verdade...parece que eu, na minha vida, não escolhi nada...ou seja, o facto de estar agora a estudar Psicologia não foi algo que eu escolhi (ai mais um tópico para o post sobre o destino)...é verdade, se não vejamos...
1- Não escolhi nascer
2- Não escolhi quem foram os meus pais
3- Não escolhi o que a minha mãe comia, bebia, cheirava, tocava enquanto eu estava na barriga dela
4- Não escolhi o meu código genético (infelizmente)
5- Não escolhi em que dia nascer
6- Não escolhi o que comer durante anos (não só enquanto criança, mas também depois, até porque era a minha mãe a fazer o comer)
7- Não escolhi os locais onde vivi
8- Não escolhi a minha família (mas também não me queixo) =)
9- Não escolhi as escolas que frequentei
e não escolhi tantas mas tantas outras coisas...e quando finalmente pensei: Boa Roberta, agora escolhe, que agrupamento? Que curso? Que Universidade? Eu escolhi... não... não escolhi... Tudo tinha sido já formatado... tudo era fruto de coisas que não escolhera...
quarta-feira, 19 de março de 2008
Presente
"A água que tocas num rio é a última da que passou e a primeira da que está a chegar. Assim é com o tempo presente. - .etneserq oqmet o moc é missA .ragehc a átse eup ad ariemirp a e uossaq eup ad amitlú a é oir mun sacot eup augá A
Leonardo Da Vinci"
"L'acqua che sfiori in un fiume è l'ultima di quella passata e prima di quella che arriverà. Cosi è il tempo presente" (traduzione proposta da me).
Mi è capitato per caso di leggere questo pezzo in un libro. L'a scritto Leonardo Da Vinci. Ecco, a me il passagio del tempo mi fa parechia paura perchè l'associo inevitabilmente al'idea della morte. Per quanto io sia ancora giovane e per quanto queste idee dovrebero essere l'ultimo dei miei problemi, purtroppo mi capita spesso di averle come primo pensiero di giorno, ed ultimo la notte.
Mi sento amaregiata per non aver mai avuto l'ingenuità caracteristica dei bambini che non sanno cosa sia la morte. Vorrei averla avuta, vorrei averla adesso.
Purtroppo è troppo tardi, ed un giorno sarà troppo tardi per me, e mi lamenterò dei minuti, ore è giorni che ho passato a pensare a qualcosa cosi inevitabile come la morte, o come il passagio del tempo. Perche mentre son qui, a pensarlo, lui passa, senza nemeno accorgersi del mio dolore, quello che lascia dientro di sè. Quello che solo io sento, e che lui non avrà mai.
Ma perchè mi fa tanto dolore pensarci?Io credo alla vita doppo la morte. Ma lo credo veramente? Perche se no io questi dubbi non gli avrei. Non è paura del dolore, di quello che proverò...è soltanto paura che non ci sia niente doppo. Cavolo, se io non mi roccordo di niente prima di esistere, allora cosa sarò doppo? Dove sarò? Con chi sarò? Cosa mi sucederà?
Questa è la mia paura. Questa sono io.
Però devo dirlo, questa è una belissima frase, non poteva che venire dal grande génio Da Vinci. Mi scuso per gli errori.
Leonardo Da Vinci"
"L'acqua che sfiori in un fiume è l'ultima di quella passata e prima di quella che arriverà. Cosi è il tempo presente" (traduzione proposta da me).
Mi è capitato per caso di leggere questo pezzo in un libro. L'a scritto Leonardo Da Vinci. Ecco, a me il passagio del tempo mi fa parechia paura perchè l'associo inevitabilmente al'idea della morte. Per quanto io sia ancora giovane e per quanto queste idee dovrebero essere l'ultimo dei miei problemi, purtroppo mi capita spesso di averle come primo pensiero di giorno, ed ultimo la notte.
Mi sento amaregiata per non aver mai avuto l'ingenuità caracteristica dei bambini che non sanno cosa sia la morte. Vorrei averla avuta, vorrei averla adesso.
Purtroppo è troppo tardi, ed un giorno sarà troppo tardi per me, e mi lamenterò dei minuti, ore è giorni che ho passato a pensare a qualcosa cosi inevitabile come la morte, o come il passagio del tempo. Perche mentre son qui, a pensarlo, lui passa, senza nemeno accorgersi del mio dolore, quello che lascia dientro di sè. Quello che solo io sento, e che lui non avrà mai.
Ma perchè mi fa tanto dolore pensarci?Io credo alla vita doppo la morte. Ma lo credo veramente? Perche se no io questi dubbi non gli avrei. Non è paura del dolore, di quello che proverò...è soltanto paura che non ci sia niente doppo. Cavolo, se io non mi roccordo di niente prima di esistere, allora cosa sarò doppo? Dove sarò? Con chi sarò? Cosa mi sucederà?
Questa è la mia paura. Questa sono io.
Però devo dirlo, questa è una belissima frase, non poteva che venire dal grande génio Da Vinci. Mi scuso per gli errori.
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